terça-feira, 2 de junho de 2009

Brasileiros estão aprendendo a conviver com a crise

A crise econômica mundial iniciada nos Estados Unidos vem afetando varias pessoas de varias regiões e países, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho) cerca de 800 milhões de brasileiros já sofrem com desemprego.
Devido ao aumento das tensões sociais, dos conflitos, e do terrorismo, pessoas de todas as classes são afetadas pela avassaladora crise, uns de forma direta e outros indiretamente. Um dos motivos desse impacto que estamos sofrendo é devido a um sistema econômico que não funciona e atinge principalmente o sistema bancário que estava sofrendo uma quantidade muito grande de crédito imobiliário, o grande problema é que os bancos não faziam um bom estudo sobre as possibilidades financeiras dos clientes, achando que bastaria cobrar juros mais altos para se protegerem das inadimplências com isso os bancos ficaram mais cautelosos evitando o credito e cobrando mais caro por eles.
Mais nem só os bancos são afetados, como também a bolsa de valores que afeta a economia de duas formas, como por exemplo, as pessoas que investem na bolsa têm menos dinheiro para gastar e as empresas têm que procurar outras fontes de financiamento.
Apesar de a crise afetar boa parte das empresas empregadoras, os sindicatos estão procurando fazer negociações entre trabalhadores e empregadores. Segundo o (DIEESE) Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no ano passado, um total de 706 categorias, ou seja, 77,6% obtiveram reajustes acima da inflação.
Para algumas pessoas não é tão satisfatório tal ajuste, é o que afirma Mariana Gomes, vendedora, “eles reajustam de um lado, porém cobram mais banco de horas e produção”. Já para outros a crise não me afeta em nada, na verdade essa crise nunca existiu, isso é coisa do nosso psicológico” diz Alex Ribeiro vendedor.
A discordância ocorre no mercado de trabalho, ou nas compras e vendas recíprocas dos vários setores considerando que tudo isso se realiza pela concorrência, o que podemos assegurar é que os ciclos econômicos continuarão a se repetir enquanto houver manipulação e não há sinal de isso possa mudar.


Angélica de Almeida
Antonio Espindola

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